Tradução

2019

Ilíada de Homero

O regresso da tradução de Frederico Lourenço do primeiro livro da literatura europeia.

Ilíada é o primeiro livro da literatura europeia e, sob certo ponto de vista, nenhum outro livro que se lhe tenha seguido conseguiu superá-la — nem mesmo a Odisseia. Lida hoje, no século XXI depois de Cristo, a Ilíada mantém inalterada a sua capacidade de comover e de perturbar.

As civilizações passam, mas a cultura sobrevive? É nesse sentido que parece apontar a mensagem deste extraordinário poema épico, que decorre durante o décimo ano da guerra de Tróia, tratando da ira, do heroísmo e das aventuras e desventuras de Aquiles (em luta contra Agamémnon), apresentando-nos personagens como Heitor, Eneias, Helena, Ájax e Menelau, bem como episódios que marcam toda a história da nossa civilização: nas palavras de Frederico Lourenço, é um «canto de sangue e lágrimas, em que os próprios deuses são feridos e os cavalos do maior herói choram».

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2018

Odisseia de Homero

Livro distinguido com o Prémio Dom Dinis 2004 e com o Grande Prémio Tradução Literária APT/APE 2004.

Composta talvez no século VII a. C. por um poeta que conhecia bem a Ilíada, a Odisseia dá-nos a ler poesia que, alheia ao tempo, retém ainda hoje toda a sua capacidade de encantar. A história narrada transporta-nos para um mundo de aventuras, de viagens, de alegrias e de lágrimas; um mundo de cores brilhantes, qual fresco pictórico onde a fantasia e a vida real se cruzam e sobrepõem. Ao mesmo tempo, a obra-prima poética levanta também muitas interrogações a historiadores, geógrafos e linguistas — questões aqui abordadas por Frederico Lourenço nas abundantes notas que acompanham a sua tradução (várias vezes premiada) do genial poema homérico.

A Odisseia não é apenas um dos grandes épicos da literatura grega; é também um dos pilares do cânone ocidental, um poema de rara e extraordinária beleza — e o livro que mais influência exerceu, ao longos dos tempos, no imaginário ocidental. Quando a Ilíada e a Odisseia foram compostas, ainda não tinha sido escrita a maior parte dos livros que integram o Antigo Testamento; as duas epopeias homéricas são, para todos os efeitos, os primeiros grandes livros da cultura ocidental.

Anos depois da sua tradução inicial, Frederico Lourenço regressou ao texto e fez uma criteriosa e minuciosa revisão, acrescentando ainda notas e comentários que esclarecem dúvidas sobre o texto, bem como questões de natureza linguística, geográfica ou histórica que se levantam ao leitor de hoje. Este grande trabalho de tradução confirma Frederico Lourenço como o grande tradutor moderno do poema grego.

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2016

Bíblia — Volume I

Nova tradução em seis volumes. Tradução do grego, apresentação, notas e comentários de Frederico Lourenço.

Uma nova tradução da Bíblia, na sua forma mais completa — a partir da Bíblia Grega, ou seja, contendo o Novo Testamento e todos os livros do Antigo Testamento. Em suma, a presente tradução dará a ler os 27 livros do Novo Testamento e os 53 do Antigo Testamento grego (em lugar dos 39 do cânone protestante, ou dos 46 do cânone católico). Será, assim, a Bíblia mais completa que jamais existiu em português, apresentada pelo mais importante e rigoroso dos tradutores do grego clássico, Frederico Lourenço. A chamada Bíblia Grega é a versão mais importante do «Livro dos Livros».

Além de se tratar de uma nova e mais rigorosa tradução do original grego (sem preconceitos ou fins religiosos — o que nos leva, em algumas passagens, a sublinhar diferenças em relação às versões hoje mais correntes), Frederico Lourenço eleva o texto bíblico a uma condição literária que até hoje este nunca teve em português, incluindo notas que esclarecem e contextualizam o texto original.

O texto dos quatro Evangelhos canónicos (Mateus, Marcos, Lucas e João) readquire, nesta tradução, uma beleza arrepiante, um ritmo que enleva o leitor e o transporta até à biografia e às obras de Cristo.

A singularidade da escrita de Lucas e João aparece finalmente visível em português, quase como se se tratasse da reinvenção do romance moderno. Nunca o texto bíblico foi tão belo na nossa língua.

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2017

Bíblia — Volume II

Nova tradução em seis volumes. Tradução do grego, apresentação, notas e comentários de Frederico Lourenço.

E mostrou-me um rio de água viva, brilhante como cristal, fluindo do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da rua e do rio, de um lado e de outro, estava uma árvore de vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto consoante cada mês; e as folhas da árvore servem para cura das nações. APOCALIPSE 22:1-2.

Com Atos dos Apóstolos, Epístolas e Apocalipse fica concluída a publicação do Novo Testamento — trata-se do segundo de uma série de seis volumes que disponibiliza, pela primeira vez em língua portuguesa, a tradução integral da Bíblia Grega. Seguir-se-ão os quatro volumes que reúnem os textos do Antigo Testamento.

Os textos cristãos mais antigos que chegaram até nós são as cartas de Paulo (anteriores, até, aos próprios Evangelhos), que nos dão um retrato inigualável do cristianismo nascente. Dotadas de uma escrita fulgurante, levantam ainda hoje questões tão essenciais quanto incómodas, para cujo equacionamento nos podemos socorrer de outros textos, também contidos no presente volume, que lhes são complementares: as restantes epístolas do cânone do Novo Testamento, o livro de Apocalipse e os Atos dos Apóstolos, livro cuja relação com a epistolografia de Paulo continua a desafiar os estudiosos. A nova religião — que haveria de conquistar o mundo greco-romano e marcar profundamente a história universal — começa aqui a sua história documental. Para a compreendermos nos seus primórdios, urge regressar às fontes, aqui apresentadas numa nova tradução dos originais gregos.

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2017

Bíblia — Volume III

Depois da publicação dos dois volumes do Novo Testamento (Os Quatro Evangelhos e Apóstolos, Epístolas, Apocalipse), este é um momento histórico: a tradução do primeiro volume do Antigo Testamento, dedicado aos Livros Proféticos.

Desfilam diante de nós a escrita, as memórias e as visões dos grandes autores proféticos que constituem a tradição judaica, da beleza incandescente do livro de Daniel à narrativa de Isaías, de Ezequiel a Malaquias, passando por textos notáveis como as Lamentações, e ainda três livros não incluídos na versão canónica das Bíblias católica e protestante: a Epístola de Jeremias, o livro de Susana e o texto de Bel e o Dragão, finalmente traduzidos para a nossa língua e agora acessíveis aos leitores portugueses.

Sendo impossível compreender integralmente o Novo Testamento sem a leitura do Antigo, este volume constitui um indispensável enquadramento histórico para entrar no labirinto do «Livro dos Livros».

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2018

Bíblia — Volume IV, Tomo 1

Este primeiro tomo do volume IV da tradução da Bíblia grega, de Frederico Lourenço, é provavelmente aquele que encerra mais riqueza poética e valor literário, e o que mais se distinguirá das traduções confessionais.

A abrir, a luminosidade de Eclesiastes, um dos livros mais influentes da Bíblia. Depois, o Cântico dos Cânticos, um dos mais belos livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento (e também uma celebração do amor sexual) antecede o Livro de Job («o maior poema dos tempos antigos e modernos», dizia o poeta inglês Tennyson) e os textos de Sabedoria atribuídos a Salomão ou Ben Sira – além do Eclesiástico.

Este será, definitivamente, um dos volumes mais importantes desta tradução, aquele que mais aproximará textos poéticos e sapienciais, poesia e teologia, fé e paixão.

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2019

Bíblia — Volume IV, Tomo 2

Com este Tomo 2 do Volume IV, fecha-se a tradução dos Livros Sapienciais do Antigo Testamento na sua forma grega, onde surpresas de vária ordem esperam quem já conheça o Antigo Testamento hebraico. O monumental livro de Salmos apresenta, relativamente ao saltério hebraico, diversas originalidades (assinaladas nas notas à tradução, que tomam também em linha de conta as duas versões latinas: a do Saltério Galicano, tesouro milenar da liturgia católica; e a da Vulgata).

Seguem-se os raramente lidos Salmos de Salomão, que, não obstante o seu contexto judaico, constituem o prólogo mais imediato ao Novo Testamento que nos chegou da Antiguidade. Outra curiosidade é o livro de Odes, uma marca singular da Bíblia Grega que nem todos os manuscritos dos Septuaginta preservaram.

O tomo encerra com o livro de Provérbios, um texto cuja surpreendente forma grega desafia ainda hoje a argúcia de filólogos e biblistas.

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2020

Poesia Grega de Hesíodo a Teócrito

À beleza incandescente e luminosa dos grandes autores desses séculos de ouro da cultura grega (do séc. VII a.C ao séc. III) – como Álcman, Semónides, Mimnermo, Safo, Íbico, Anacreonte, Teógonis, Píndaro, Baquílides e Teócrito – junta-se o prazer de descobrir as raízes da literatura ocidental. Cada um desses autores influenciou diretamente centenas de outros e é parte dos alicerces da nossa civilização. Depois da tradução da Ilíada, da Odisseia e dos primeiros quatro volumes da Bíblia, Frederico Lourenço mostra como a beleza pode ser traduzida sem ferir a sua originalidade.

A edição é bilingue, em capa dura e com todos os cuidados gráficos de um grande acontecimento.

Editora:
Quetzal Editores

Gramáticas

2019

Nova Gramática do Latim

Um livro para todos.

Finalmente, uma gramática moderna e atualizada do Latim, escrita pelo mais importante dos mestres de estudos clássicos em Portugal, Frederico Lourenço. Um livro para todos.

O estudo do Latim não é apenas um luxo de eruditos; é a matriz da nossa identidade, do conhecimento daquilo que somos, do que é a nossa cultura, das nossas origens.

Durante décadas assistimos à diminuição gradual do interesse pelas línguas e culturas clássicas. Com a publicação de obras traduzidas do grego e do latim, por classicistas como Frederico Lourenço (entre outros), houve uma alteração nessa curva descendente e o renascimento do gosto por esse mundo onde estão parte das nossas raízes.

Esta Nova Gramática do Latim é uma obra de consulta e trabalho e, ao mesmo tempo, um livro fascinante sobre a língua latina, a sua literatura e os mistérios da língua que hoje falamos.

Editora:
Quetzal

2020

Latim do Zero

Passo a passo, do zero a Vergílio.

Latim do Zero (título completo, Latim do Zero a Vergílio em 50 Lições) começou por ser uma página da internet estreada no momento em que a pandemia fechou o país em 2020. Em tempo recorde, obteve milhares de seguidores. A sua transformação em livro visa agora proporcionar um ensino mais sistemático e mais aprofundado: começando do zero, vão sendo construídas as bases gramaticais necessárias à leitura do maior autor da língua latina, Vergílio.

A primeira parte do livro é constituída por 50 lições, em que ao ensino pragmático de questões linguísticas se juntam temas de cultura e literatura latinas. Privilegiando o uso de frases originais e de textos autênticos, este método constrói o edifício gramatical que permite, na sua segunda parte, o acesso direto à Eneida de Vergílio – em concreto, aos seus Cantos 1 e 4, estudados na sua forma original e num formato especialmente pensado para facilitar a sua compreensão. A última parte propõe a leitura integral do Livro 1 das Odes de Horácio, acompanhada de abundantes notas explicativas.

Este é um instrumento fundamental para levar leitoras e leitores de língua portuguesa a sentir o prazer inigualável de ler, no original, o melhor que existe na língua latina. Passo a passo, do zero a Vergílio.

Editora:
Quetzal

Ficção

2015

Pode Um Desejo Imenso

Obra distinguida com o Prémio Europa (Universidade de Bari) e com o Prémio PEN Clube Português para Primeira Obra 2002.

Pode Um Desejo Imenso incorpora O Curso das Estrelas e À Beira do Mundo e apresenta pela primeira vez o romance completo, num só volume, tal como foi idealizado pelo autor.

A versão original de Pode Um Desejo Imenso ganhou o Prémio PEN para a Primeira Obra (2002). Em 2006, o autor recebeu, por unanimidade do júri presidido por Eduardo Lourenço, o Prémio Europa/David Mourão-Ferreira, numa iniciativa conjunta da Universidade de Bari, do Instituto Camões e da Fundação Calouste Gulbenkian. Este prémio consiste na tradução para italiano e para outras três línguas europeias da atual edição de Pode Um Desejo Imenso e comprova o reconhecimento internacional que Frederico Lourenço tem vindo a alcançar.

Editora.
Cotovia

2006

A Máquina do Arcanjo

Em A Máquina do Arcanjo, Frederico Lourenço prossegue a narrativa semiautobiográfica iniciada em Amar não Acaba. O jovem narrador vê-se agora a braços com um amor de caixão à cova e com o processo doloroso que o transformaria de músico em helenista.

Editora:
Cotovia

2005

A Formosa Pintura do Mundo

A Formosa Pintura do Mundo é uma sequência de ficções interligadas sobre a pintura, a música e o desejo, onde se cruzam figuras históricas (Camões, Voltaire) com personagens da imaginação do autor.

Central neste livro é a noção de Arcádia, a paisagem imaginária por excelência. Em pano de fundo, paisagens do mundo real: Sintra, as lonjuras do Alentejo e de Trás-os-Montes; a magia urbana de Lisboa, Porto e Roma.

Editora:
Cotovia

2004

Amar não Acaba

Amar não Acaba é uma crónica pessoal sobre a adolescência, na qual Frederico Lourenço rememora, numa mistura desarmante de candura e humor, a descoberta da sexualidade e o consequente reajuste interior do papel da fé católica, as complexas relações familiares, a escolaridade feita por conta própria fora da escola, as primeiras grandes paixões musicais e a influência de Lanza del Vasto.

«Uma pequena pérola “proustiana”, com um sopro de Clarice Lispector no título, para contar infância e adolescência em pequenos folhetins, com uma elegância exata que já não se usa. Do pícaro avô da marinha mercante ao devaneio hare krishna, da descoberta da (homos)sexualidade à interrogação da Igreja, passando pela Figueira da Foz (mas o que é que as pessoas da Figueira têm?), por Sintra e por São Carlos (Wagner, os bailarinos da Companhia Nacional de Bailado, Mara Zampieri). Abre-se para espreitar e de repente acaba. Difícil é não o ler.» | Alexandra Lucas Coelho, Público

«Percursos iniciáticos, contados na primeira pessoa, por um especialista em cultura clássica, tradutor de Homero, além de outras surpresas. A descoberta da sexualidade, da espiritualidade hindu (rapidamente esquecida), da morte, da música e da amizade, num breve texto de extraordinárias delicadeza e ironia, criando um novo espaço de exceção no nosso panorama literário.» | Expresso

«Frederico Lourenço […] aventura-se agora pela narrativa de caráter autobiográfico ou memorialista com o lançamento deste breve Amar não Acaba. É um livro de leitura descontraída, que desmonta afetos e vivências de adolescência, confessional quanto baste, erudito também, e, no fundo, curioso o bastante junto de quem conheça a obra de ficção do autor e agora tenha interesse em conhecê-lo enquanto pessoa […] este é o lado do autor que ainda não conhecíamos. Um lado de entrega de si ao leitor, e também de algum “acerto de contas” sentimental com a memória dos seus, da sua família e de outros que de alguma forma foram influenciando o seu modo de ver e entender o mundo […] Um livro que se lê num ápice e com franco agrado.» | PTN, Magazine Artes

Editora:
Cotovia

Poesia

2011

Clara Suspeita de Luz

Levarei por diante o prazo da existência com ventura, esse ganho apressado de uma perda,
porque estar aqui na verdade é muito — e tudo
o que é daqui precisa de nós, da efemeridade
que nos identifica a nós, os efémeros.

Editora:
Editorial Caminho

2010

Santo Asinha e Outros Poemas

Este é o primeiro livro de poesia de Frederico Lourenço, uma belíssima apresentação do autor ao público pela mão da Caminho.

Editora:
Editorial Caminho

Ensaio

2015

O Livro Aberto: Leituras da Bíblia

Em O Livro Aberto, Frederico Lourenço apresenta a sua leitura pessoal da Bíblia. Entretece reflexões sobre passagens, temas e figuras bíblicos, servindo-se sempre do seu profundo conhecimento do grego em que foi escrito o Novo Testamento e a Septuaginta, para lançar nova luz sobre o mais fascinante livro alguma vez escrito.

Editora:        Direitos vendidos para:
Cotovia          Brasil, Espanha

2014

Estética da Dança Clássica

O bailado é, de facto, uma arte que vive dos corpos que lhe dão corpo; da humanidade dos seres que materializam esta arte, que a transformam em experiência real, imediata, emotiva, inesquecível.

Pois a partitura de um bailado não regista, como a partitura de uma sinfonia, algo a ser materializado por corpos humanos por intermédio de instrumentos mecânicos: a dança não é materializada por intermédio de nada que não seja diretamente o próprio corpo humano. Se se pode dizer dos violinos que não há dois iguais, então dos corpos humanos se dirá o mesmo mais afirmativamente ainda: nenhum corpo é igual a outro. Cada corpo traz à dança que materializa a sua identidade e a sua verdade.

Editora:
Cotovia

2009

Grécia Revisitada: Ensaios sobre Cultura Grega

Revisitar a Grécia é reencontrar Portugal. Nesta aliciante introdução à cultura grega, dirigida a leitores de todas as áreas e interesses, Frederico Lourenço, professor universitário, romancista e premiado tradutor da Odisseia em verso, revisita a Grécia do espírito: a Grécia de Homero e Platão; mas também a Grécia de Camões.

Ítaca, Atenas, Alexandria, Bizâncio, Coimbra e Lisboa são os portos a que atraca a navegação. No encalço de Ulisses, mítico fundador da identidade portuguesa, o leitor é convidado a seguir e cruzar rotas que tanto partem da Grécia Antiga em direção ao Renascimento português como desembarcam na nossa poesia do século XXI. As bússolas mantêm-se de época para época: Amor, Morte, Sexo, Beleza e Metafísica. Mas é mar aberto. E como diz Homero, nunca pode ser vindimado.

«Com a tradução da Odisseia e, agora, com esta Grécia Revisitada, Frederico Lourenço contribuiu para que o interesse pela cultura e pela literatura da Grécia clássica se alargasse a um público mais vasto […]. Os textos reunidos neste livro, vindos de um classicista que se move com igual à-vontade na literatura moderna e na do Renascimento, são aliciantes, mesmo para um público não especializado.» | António Guerreiro, Expresso

Editora:
Cotovia

2008

Novos Ensaios Helénicos e Alemães

Livro distinguido com o Prémio PEN Clube Português Ensaio 2009.

Crónicas

2015

O Lugar Supraceleste

Frederico Lourenço, na comunicação erudita e, ao mesmo tempo, íntima que enceta com os leitores, é ele próprio um lugar que convida ao prazer da divagação mapeada por memórias e cultura. O Lugar Supraceleste constitui-se, assim, como um caminho ditoso onde se vão deixando pedras a marcar o percurso ao qual se desejará voltar, uma e outra vez. Os jogos de referências e, por outro lado, aquilo que de mais profundo inquieta o ser humano são generosamente partilhados na reconhecida prosa do autor e tradutor.

Editora.
Cotovia

2007

Valsas Nobres e Sentimentais

Frederico Lourenço surpreende-nos com um volume de crónicas constituído por textos inéditos e por artigos já publicados na imprensa, num regresso à temática helenista e ao gosto pela música, bem como ao tema da homossexualidade.

Fazendo uso de uma rara espontaneidade aliada ao seu já conhecido sentido de humor, Frederico Lourenço dá a conhecer duas crónicas cujos títulos revelam alguma da audácia desta obra: «O seu marido é gay?» e «Católico homossexual».

Editora:
Cotovia

Adaptações para jovens

2019

A Ilíada de Homero Adaptada para Jovens

O regresso da adaptação para jovens da Ilíada de Homero

«Do lado dos Troianos, alinhados com todos os seus chefes, levantou-se um grito enorme: era como o grito dos grous que ressoa do céu quando fogem ao inverno e às desmedidas tempestades e com gritos se lançam no voo até às correntes do Oceano. Porém os Gregos não se deixaram impressionar: avançavam em silêncio, respirando força, cada um desejoso de auxiliar o companheiro.»

Esta é uma das passagens mais emocionantes de A Ilíada de Homero Adaptada para Jovens, de Frederico Lourenço, que também traduziu para a nossa língua o original de Homero – um dos textos fundamentais da nossa civilização. Como escreve o próprio Frederico Lourenço, a Ilíada «propõe uma circunstância redentora para a vida humana: levarmos os nossos objetivos até ao fim, custe o que custar, doa a quem doer, e nunca abdicarmos do bem supremo pelo qual devemos lutar com unhas e dentes (ou, melhor dizendo, lanças e espadas): a nossa própria autoestima».

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2018

A Odisseia de Homero Adaptada para Jovens

Plano Nacional de Leitura: livro recomendado para o 7.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.

«Mil e duzentos anos antes do nascimento de Jesus Cristo, vivia na ilha grega de Ítaca um jovem príncipe chamado Telémaco. Seu pai tinha partido para a guerra quando ele era ainda bebé.»

Assim começa a narração de A Odisseia de Homero Adaptada para Jovens, escrita por Frederico Lourenço a partir da sua tradução do original de Homero, em grego clássico. Mantendo sempre vivos o rigor histórico e a qualidade literária, Frederico Lourenço desperta nos jovens a vontade de acompanhar as aventuras de Ulisses/Odisseu, transformando um dos livros fundamentais da nossa civilização numa aventura para todas as idades.

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