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Sobre Ilíada de Homero

«A tradução de Frederico Lourenço da Ilíada, agora enfim publicada, é decerto um acontecimento histórico para a cultura portuguesa, finalmente aproximando da nossa língua aquele que, como Frederico Lourenço diz, é o livro primeiro e, sob muitos aspetos, o livro maior da literatura europeia. Para mim, como certamente para muitos outros leitores, é, porém, mais do que isso, é o encontro emocionado e feliz com uma parte que me faltava da minha própria vida.» | Manuel António Pina, Visão

«Depois da tradução da Odisseia, a recente edição da tradução da Ilíada por Frederico Lourenço, é um acontecimento maior na cultura portuguesa. Uma festa da poesia e da língua. Ele não nos traz apenas a equivalência idiomática, restitui-nos a música inigualável dos versos de Homero, a música fundadora e primordial desse poema que consubstancia a própria essência da condição humana.» | Manuel Alegre, Expresso

«A edição da Ilíada com a nova tradução de Frederico Lourenço, a primeira tradução contemporânea integral do original grego, é um acontecimento que ficará para além da nossa habitual e furiosa produção de espuma cultural subsidiada. O poema homérico brilha agora no português de hoje com o mesmo esplendor das origens, feito de primeiras palavras, de metáforas ainda completamente vivas, de nomes que milhares de anos tornaram familiares, arrastando-nos a este mundo antigo, tão nosso, tão por debaixo do nosso chão. Se estivéssemos na Grécia, ou mesmo em Roma, podíamos bater com os pés na terra para saudar o livro, como o poeta Horácio aconselhava depois da batalha do Ácio. [...] A Ilíada, tanto como a Odisseia é o nosso terreno fundador, o de um mundo que a guerra moldou muito mais do que hoje queremos ou podemos admitir.» | José Pacheco Pereira, Público

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